Alimento orgânico é aquele que consegue ser produzido sem adubos químicos ou agrotóxicos, reguladores de crescimento ou aditivos sintéticos, preservando a qualidade nutricional e a energia vital do alimento. O produto pode conter, no máximo, 5% de ingredientes não orgânicos e o produtor deve identificar esses itens no rótulo. Mais do que isso, caracteriza-se como um ‘produto com ingredientes orgânicos’, obedecendo um mínimo 70% de componentes orgânicos.

Segundo o Ministério da Agricultura, para que um produto seja considerado orgânico é necessário que seu processo produtivo tenha como base os princípios agroecológicos que contemplam o uso responsável e equilibrado do solo, da água, do ar e dos demais recursos naturais, respeitando as relações sociais e culturais.

A cultura e comercialização dos produtos orgânicos no Brasil foram aprovadas pela Lei 10.831, de 23 de dezembro de 2003, com a publicação do Decreto nº 6.323, em 27 de dezembro de 2007. A regulamentação deste mercado, pode ser percebida pelo consumidor sob forma de certificados e selos nacionais e internacionais, impressos nas embalagens dos produtos, que garantem a origem e qualidade da produção orgânica.

O conceito de alimentos orgânicos, que cresce a cada dia em diferentes países, leva-se em consideração a preservação da saúde de seres humanos, animais e plantas, promovendo qualidade de vida e da biodiversidade, e a preservação ambiental.

Fontes: Alimentos Orgânicos – Ampliando os Conceitos de Saúde Humana, Ambiental e Social, de Elaine de Azevedo - Ed. SENAC | Portal do SEBRAE | Portal do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) - Brasil.